segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Campanha “Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza” promove educação ambiental com foco nos terreiros e na comunidade de Guajará-Mirim (RO)

Com o objetivo de fortalecer a consciência ambiental, proteger os espaços sagrados e mobilizar a comunidade para práticas sustentáveis, o Ponto de Cultura e Arte Crioula lança a Campanha “Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza”, um movimento de valorização dos saberes ancestrais aliado à preservação do meio ambiente.

A ação integra um conjunto de estratégias de educação ambiental direcionadas especialmente às comunidades tradicionais, povos de terreiro e moradores da região do bairro Fátima, onde está localizado o Igarapé Folhinha, espaço de uso coletivo e sagrado para banhos rituais, oferendas e práticas culturais afro-brasileiras.

Materiais educativos e ações de impacto

Como parte da campanha, foram produzidos e lançados diversos materiais digitais e impressos:

Cartilha Educativa

A cartilha “O Sagrado é Natureza” apresenta conceitos fundamentais como Justiça Ambiental, Racismo Ambiental, os impactos das queimadas, e o papel dos terreiros na preservação ecológica. O material também orienta como a comunidade pode contribuir para proteger os ecossistemas sagrados e combater o descarte irregular de lixo.

Peças digitais para redes sociais

Foram desenvolvidas peças em alta qualidade para Instagram e WhatsApp, com mensagens de fácil compreensão e identidade visual afrocentrada. Os conteúdos abordam:

  • 🌿 A sacralidade da natureza no terreiro

  • 🔥 A luta contra as queimadas

  • 🗑️ Separação e destino correto dos resíduos

  • 💧 Economia de água

  • ☕ Adoção de copos reutilizáveis

  • 🚮 Descarte consciente do lixo

As ilustrações reforçam o protagonismo das comunidades tradicionais na proteção do meio ambiente, promovendo práticas sustentáveis integradas aos saberes ancestrais.

Mutirões e sinalização ambiental

A campanha também contempla ações práticas no território, como os mutirões de limpeza realizados periodicamente no Igarapé Folhinha, além da instalação de placas educativas com mensagens de conscientização ambiental e espiritual.

Um chamado após o caos das queimadas de 2024

A campanha é também uma resposta direta aos eventos de 2024, quando Guajará-Mirim foi tomada por densa fumaça causada por incêndios ilegais e estiagem severa. O Parque Estadual Guajará-Mirim teve áreas devastadas pelo fogo, o município decretou emergência ambiental e a saúde pública foi gravemente afetada.

Esses fatos reforçam a necessidade de ações preventivas, educativas e comunitárias, especialmente em territórios onde o sagrado e o natural coexistem.

Saberes ancestrais em defesa da vida

A campanha reafirma que cuidar da natureza é também cuidar do sagrado. Nos terreiros, elementos naturais como águas, matas, folhas e igarapés são expressões da divindade, e por isso devem ser protegidos com respeito e responsabilidade.

A iniciativa une tradição e inovação, espiritualidade e cidadania, propondo um modelo de educação ambiental que nasce dentro dos territórios de axé, quilombos e periferias.

Como acessar os materiais?

Todos os materiais estão disponíveis para uso livre por educadores, terreiros, escolas, coletivos e instituições parceiras. Para receber a cartilha digital, as peças para redes sociais ou participar das atividades, entre em contato com o Ponto de Cultura e Arte Crioula ou baixar direto pelo link a baixo:

Materias da Campanha de Educação Ambiental

📧 E-mail: crioulapontodecultura@gmail.com
📱 WhatsApp: (69) 99360-3148
📍 Local: Rua 11, nº 3771 – Bairro Fátima – Guajará-Mirim/RO

Campanha Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza
Valorizando os saberes ancestrais. Preservando o futuro coletivo.

Queimadas em Guajará-Mirim: um alerta à vida, à saúde e ao futuro

 Por Redação – Ponto de Cultura e Arte Crioula

Guajará-Mirim (RO) – No ano de 2024, a cidade fronteiriça vivenciou uma das maiores emergências ambientais de sua história. Tomada por uma espessa nuvem de fumaça por vários dias consecutivos, Guajará-Mirim foi palco de uma tragédia anunciada: queimadas ilegais, estiagem extrema e ausência de controle resultaram em perdas irreparáveis ao meio ambiente e à saúde da população.

A fumaça, visível a quilômetros de distância, cobriu o município por semanas, afetando a qualidade do ar, paralisando atividades escolares e provocando um colapso nos atendimentos da rede pública de saúde. As imagens da cidade encoberta tornaram-se símbolos da fragilidade ambiental da região e da necessidade urgente de consciência coletiva e ações preventivas permanentes.

Entenda os perigos das queimadas

As queimadas — sejam criminosas ou causadas por práticas rurais imprudentes — representam uma das maiores ameaças ao equilíbrio ecológico da Amazônia. Em Guajará-Mirim, o fogo atingiu inclusive áreas de proteção, como o Parque Estadual Guajará-Mirim e a Reserva Extrativista do Rio Ouro Preto.

Além da devastação da fauna e flora, a queima da vegetação libera gases e partículas tóxicas, que contaminam o ar e afetam diretamente a saúde humana.

Saúde em risco: os mais vulneráveis primeiro

De acordo com nota técnica da Secretaria Municipal de Saúde, divulgada em agosto de 2024, os principais impactos da exposição à fumaça das queimadas incluem:
  • Crises respiratórias como asma, bronquite e rinite alérgica;

  • Agravamento de doenças cardíacas e pulmonares;

  • Maior risco de infecções em crianças e idosos;

  • Reações adversas em gestantes e pessoas imunocomprometidas.

A fumaça contém material particulado fino (MP2.5), substância que penetra profundamente nos pulmões, atingindo a corrente sanguínea e provocando efeitos agudos e crônicos. Os atendimentos por causas respiratórias dobraram no Hospital Regional durante os picos da crise de 2024.

Quem mais sofre?

A exposição aos poluentes das queimadas afeta toda a população, mas os grupos mais vulneráveis são:

  • Crianças – com sistema respiratório em desenvolvimento;

  • Idosos – com menor capacidade pulmonar;

  • Pessoas com doenças crônicas – como asma, DPOC e hipertensão;

  • Trabalhadores rurais e informais – que atuam ao ar livre sem proteção adequada.

O que diz a lei?

O uso do fogo em áreas urbanas e rurais sem autorização é considerado crime ambiental, conforme a Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605/1998). As penalidades incluem multa, embargo de áreas e, em casos mais graves, prisão. Além disso, é dever de todos denunciar práticas ilegais aos órgãos competentes.

O que você pode fazer para evitar novas tragédias

  1. Não queime lixo, folhas ou restos de poda.

  2. Jamais use fogo como forma de limpeza ou preparo de solo.

  3. Denuncie focos de incêndio ou queimadas ilegais pelo telefone do Corpo de Bombeiros (193) ou da Polícia Militar Ambiental.

  4. Participe de ações educativas promovidas por escolas, associações, igrejas e terreiros.

  5. Apoie e fortaleça iniciativas locais de proteção ambiental, como os mutirões do Igarapé Folhinha e campanhas de reflorestamento.

Cuidar da natureza é proteger o sagrado

Em Guajará-Mirim, muitas comunidades reconhecem o território como sagrado. O Igarapé Folhinha, por exemplo, é espaço de oferenda, banho e celebração da ancestralidade. A destruição da natureza, portanto, é também agressão espiritual, cultural e social. O fogo que destrói o mato, também desrespeita o axé.

As queimada e crise de fumaça que ocorreu em 2024 precisa servir como marco para a mudança. O combate às queimadas depende da atuação integrada do poder público, mas também do compromisso de cada cidadão. Preservar o meio ambiente é defender a vida, a saúde, a cultura e o futuro de Guajará-Mirim.

O fogo mata. O silêncio também. Denuncie. Previna. Respeite. Participe.

domingo, 3 de agosto de 2025

Educação Ambiental e Saúde Pública: Uma Aliança Estratégica para o Bem-Estar Coletivo

Em tempos de emergência climática, pandemias e crises sanitárias agravadas por desigualdades sociais, a relação entre meio ambiente e saúde nunca foi tão evidente. Estudos já comprovam que comunidades expostas à degradação ambiental têm maior vulnerabilidade a doenças infecciosas, respiratórias e crônicas. Nesse contexto, a educação ambiental desponta como um eixo estruturante para a promoção da saúde pública e da qualidade de vida, especialmente em territórios periféricos, rurais e tradicionais

Segundo Jacobi (2003), a educação ambiental crítica deve ir além da transmissão de informações ecológicas e se constituir como uma ferramenta de transformação social, voltada à formação de sujeitos conscientes e atuantes em seus territórios. Ela é capaz de articular saberes tradicionais e científicos, promover a justiça socioambiental e construir soluções sustentáveis com participação comunitária.

🔍 Educação Ambiental e Determinantes Sociais da Saúde

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os chamados determinantes sociais da saúde — como acesso à água potável, saneamento, alimentação saudável e moradia adequada — estão diretamente ligados ao estado ambiental do território. Em áreas afetadas por poluição, desmatamento ou descarte irregular de resíduos, esses direitos básicos são comprometidos, ampliando os riscos de doenças como leptospirose, dengue, infecções respiratórias e desnutrição infantil.

O relatório da Fiocruz (2015) aponta que práticas educativas em saúde ambiental são eficazes para mobilizar comunidades na prevenção de surtos epidêmicos e na promoção de ambientes saudáveis. Quando integradas com políticas públicas, tais ações reduzem custos do sistema de saúde e fortalecem a autonomia comunitária.

🌱 Experiências de Base Comunitária: Educação Ambiental como Prática de Cuidado

Em diversos territórios populares do Brasil, têm sido desenvolvidas ações que aliam educação ambiental e saúde a partir de saberes locais, agroecologia e espiritualidade. Territórios de povos e comunidades tradicionais, como quilombolas, indígenas e povos de terreiro, preservam uma profunda conexão entre natureza e bem-estar, onde plantas medicinais, uso ritual das águas e práticas de cuidado coletivo compõem um saber milenar.

Segundo a pesquisadora Lina Rosa Vieira (2021), "os terreiros são espaços educativos que produzem saúde a partir de suas práticas de respeito à natureza, uso consciente dos recursos naturais e rituais de cura que dialogam com a ancestralidade". Essa relação holística entre o corpo, o território e o sagrado é essencial para uma abordagem ampliada da saúde.

🧩 Educação Ambiental nas Escolas e nas Políticas Públicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece a educação ambiental como tema transversal que deve perpassar todas as áreas do conhecimento. Iniciativas como hortas escolares, projetos de compostagem, campanhas de limpeza e estudos de campo nos ecossistemas locais são fundamentais para a formação cidadã e a consciência sanitária desde a infância.

Além disso, o Plano Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e o Programa Saúde na Escola (PSE) reconhecem a importância da integração entre saúde e meio ambiente nos processos pedagógicos, reforçando o papel da comunidade escolar como agente de promoção da saúde coletiva.

A educação ambiental, quando pensada de forma crítica, comunitária e interdisciplinar, é uma ferramenta estratégica para transformar realidades e reduzir desigualdades. Ao fomentar o protagonismo social e a valorização dos saberes ancestrais, ela fortalece a saúde pública, promove justiça ambiental e reaproxima o ser humano da natureza.

Como afirma Boaventura de Sousa Santos, “não há justiça social sem justiça ambiental”. E a educação é a ponte entre essas dimensões.


Cartilha valoriza saberes de terreiro e promove justiça ambiental em Guajará-Mirim

Publicação integra a Campanha “Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza” e une espiritualidade, educação ambiental e resistência cultural

Com o objetivo de fortalecer a preservação dos territórios tradicionais e valorizar os saberes ancestrais afro-brasileiros, o Ilê Àsé Olofá Igbo, em parceria com o Ponto de Cultura e Arte Crioula, lançou a cartilha “Justiça Ambiental a partir dos Saberes de Terreiro”. O material faz parte das ações educativas da Campanha “Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza”, iniciativa que mobiliza a comunidade de Guajará-Mirim (RO) na defesa do meio ambiente e no enfrentamento ao racismo ambiental.

A cartilha é resultado de um trabalho coletivo que envolve lideranças religiosas, agentes culturais, jovens e moradores do bairro Nossa Senhora de Fátima, onde está localizado o terreiro. O Igarapé Folhinha, considerado espaço sagrado de uso comunitário, tem sido foco de mutirões, oficinas, denúncias e atividades culturais que reforçam a conexão entre natureza e espiritualidade, com base na cosmovisão dos povos de axé.


🌱 Educação, território e resistência

Com linguagem acessível e fundamentação nos direitos ambientais e culturais, a cartilha aborda temas como:

  • O que é justiça ambiental;

  • Racismo ambiental e os impactos sobre os terreiros;

  • Como os terreiros promovem sustentabilidade e cuidado com a natureza;

  • Experiências de base comunitária realizadas pelo Ilê Àsé Olofá Igbo;

  • Dicas práticas para a comunidade, orientações de denúncia e frases de mobilização.

A publicação reforça que cuidar da natureza é também um ato sagrado, e que os terreiros, historicamente, preservam a biodiversidade, protegem nascentes, mantêm quintais agroecológicos e transmitem conhecimentos sobre o uso respeitoso das folhas, das águas e da terra.

📍 Um território ancestral ameaçado

O Igarapé Folhinha, embora símbolo de vida e espiritualidade, tem enfrentado sucessivos ataques ambientais: descarte de lixo, entulho, animais mortos e uso irregular da mata ao redor. Por meio da campanha, a comunidade vem denunciando essas violações e organizando ações educativas com crianças, jovens e adultos, articulando cultura, religiosidade e defesa ambiental.

“O terreiro não é apenas um espaço de culto; é também um território de preservação, de cuidado com o axé e com o planeta. Essa cartilha é uma ferramenta para ecoar nossa voz e garantir respeito ao que é nosso por direito e por ancestralidade”, afirma o Bàbálórixà Sérgio Ty Osóssi, responsável pelo terreiro e pela coordenação da campanha.

📚 A cartilha está disponível gratuitamente

A cartilha está disponível em formato digital (PDF e Word) e pode ser utilizada em escolas, associações, centros culturais, universidades, rodas de saberes e demais espaços comunitários. A proposta é que o conteúdo contribua com políticas públicas, formações pedagógicas e ações em defesa da justiça climática e da diversidade religiosa.

🔗 Acesse gratuitamente a cartilha aqui: cartilha “Justiça Ambiental a partir dos Saberes de Terreiro”

🛠️ Produção

Ilê Àsé Olofá Igbo
Ponto de Cultura e Arte Crioula
Associação Curta Amazônia

Campanha: Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza
Guajará-Mirim – Rondônia – Brasil

📢 Para mais informações, parcerias ou distribuição da cartilha:
📧 centrocrioulo@gmail.com
📱 (69) 99360-3148

Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza

O Igarapé Folhinha é mais do que um curso d’água: é um território sagrado, cultural e de ancestralidade para nossa comunidade de terreiro e para as famílias do bairro Nossa Senhora de Fátima.

Infelizmente, o descarte de lixo, entulho e animais mortos tem ameaçado esse espaço de vida, espiritualidade e preservação. Por isso, o Ilê Àsé Olofá Igbo e o Ponto de Cultura e Arte Crioula lançam a campanha “Igarapé Folhinha – O Sagrado é Natureza” de para unir toda a comunidade na defesa do nosso território. 

🌱 O que queremos:
✅ Preservar e recuperar o Igarapé Folhinha
✅ Conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos
✅ Denunciar violações ambientais
✅ Fortalecer a relação entre espiritualidade, natureza e cultura

Cuidar do Igarapé é cuidar da nossa vida, da nossa história e da nossa ancestralidade.

Participe!
👉 Não jogue lixo!
👉 Venha para os mutirões de limpeza!
👉 Denuncie descartes ilegais!

#O Sagrado é Natureza #JustiçaAmbiental #IgarapéFolhinha #PontoDeCulturaCrioula #IlêÀséOlofáIgbo #RacismoAmbientalNão

Denúncia: Violação Ambiental

O Ponto de Cultura e Arte Crioula e o Ilê Àsé Olofá Igbo vêm a público denunciar graves violações ambientais que têm ameaçado um dos espaços sagrados e de convivência comunitária mais importantes de Guajará-Mirim: a região próxima ao Igarapé Folhinha, território utilizado historicamente pela comunidade de terreiro para banhos rituais, oferendas e práticas espirituais.

Nos últimos meses, moradores têm registrado descarte irregular de lixo doméstico, entulhos, ossos de boi, animais mortos e galhos de árvores, que estão sendo jogados de forma criminosa nos arredores do igarapé e das áreas de proteção do terreiro. O acúmulo de resíduos tem provocado mau cheiro, proliferação de urubus e riscos à saúde pública, além de violar diretamente um espaço de memória e espiritualidade que deveria ser protegido.

“Estamos assistindo a um crime contra a natureza e contra a nossa ancestralidade. O território de terreiro é também um território de vida, cultura e preservação ambiental. Não podemos permitir que o descaso destrua o que construímos com tanto cuidado e respeito.”
Bàbálórixà Sérgio Ty Osóssi, liderança do Ilê Àsé Olofá Igbo.

A comunidade já realizou diversas ações de mutirões de limpeza, educação ambiental e mobilização social, transformando o Igarapé Folhinha em um espaço seguro e de convivência para famílias, jovens e crianças. No entanto, o descarte ilegal de resíduos ameaça todo esse trabalho, representando uma violação dos direitos territoriais e ambientais da comunidade tradicional de terreiro.

Preserve nosso território, preserve nossa vida! O Igarapé Folhinha é um espaço sagrado, de natureza e convivência comunitária. Jogar lixo, entulho ou animais mortos destrói a saúde, a cultura e a espiritualidade de todos nós. Ajude a proteger: não descarte resíduos na área e denuncie práticas ilegais. Cuidar do sagrado é cuidar da nossa história e do futuro da nossa comunidade.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Curso Gratuito de Letramento Racial é Lançado pelo Ponto de Cultura e Arte Criou


O Ponto de Cultura e Arte Crioula, referência na promoção da cultura afro-brasileira e na defesa dos direitos humanos em Guajará-Mirim, abre inscrições para o Curso de Letramento Racial. A iniciativa busca promover reflexões profundas sobre identidade, história e combate ao racismo, fortalecendo a valorização da população negra e afrodescendente na região.

📌 O que é o curso de letramento racial?

O letramento racial é um processo educativo que proporciona conhecimento crítico sobre as relações raciais no Brasil. Através de debates, estudos e vivências, os participantes aprendem a identificar práticas racistas, desconstruir preconceitos e atuar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

📅 Datas Importantes

  • Inscrições: 01 de junho a 05 de agosto

  • Início das aulas: 10 de setembro

  • Dias: Terça e Sexta-feira

  • Horário: 19h30

💡 Por que participar?

✔️ Curso totalmente gratuito
✔️ Certificação ao final
✔️ Temas como: História da População Negra, Racismo Estrutural, Cultura Afro-Brasileira, Educação Antirracista e Políticas de Igualdade Racial
✔️ Espaço de diálogo, troca de experiências e fortalecimento da identidade

🔗 Inscrições

As inscrições podem ser feitas online através do link: https://forms.gle/afsVH5BAM2YHssdN7 ou presencialmente no Ponto de Cultura e Arte Crioula.

👥 Público-Alvo

O curso é aberto a estudantes, professores, lideranças comunitárias, membros de comunidades tradicionais e qualquer pessoa interessada em aprofundar seus conhecimentos sobre questões raciais e direitos humanos.



Mojubá é Finalista do 2º Prêmio Judiciário Rondoniense de Comunicação

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